Perguntas & Respostas

Diariamente muita energia chega ao nosso planeta de forma gratuita e limpa. Os raios solares, além de trazerem luz e o calor, essenciais para a vida na Terra, podem ser aproveitados para a geração de energia, tanto na forma de calor quanto na de eletricidade. Para se ter uma ideia, uma hora de sol na superfície da Terra contém mais energia do que o planeta utiliza em um ano.

Essa eletricidade que vem do sol é chamada de Fotovoltaica, termo formado a partir de duas palavras: foto que em grego significa “luz”, e voltaica, que vem da palavra “volt”, a unidade para medir o potencial elétrico. obs: existem outras formas de conversão de energia indireta de energia solar em eletricidade, como, por exemplo, a heliotérmica. 

O raio solar é transformado em eletricidade em uma célula fotovoltaica, fabricada com materiais chamados semicondutores. O mais utilizado é o silício. A luz solar é pura energia, composta de pequenos elementos denominados fótons.

Quando os fótons atingem a célula fotovoltaica, parte delas é absorvida. Esses fótons despertam os elétrons do material semicondutor, gerando assim eletricidade. Quanto maior a intensidade da luz solar, maior o fluxo de eletricidade.

  1. Em edificações conectadas à rede: este é o tipo mais comum de instalação fotovoltaica, o qual normalmente, substitui revestimentos arquitetônicos de edificações, como telhados e fachadas, ou se sobrepões a estes. A energia gerada pode ser injetada a rede elétrica de nossas cidades.
  2. Em áreas isoladas: são instalados em áreas de difícil acesso à rede elétrica. Neste caso, o sistema fotovoltaico é a única fonte de eletricidade e é necessário o uso de baterias para armazená-la. Podem gerar energia para apenas uma residência ou estar em minirredes para atender uma pequena comunidade.
  3. Em sistemas híbridos: Neste caso, a geração fotovoltaica funciona em conjunto com outras fontes de energia, como a eólica ou geradores a diesel. Esses sistemas são mais complexos, pois exigem um controle capaz de integrar as diferentes formas de geração de energia. Eles podem estar conectados à rede elétrica, isolados ou apenas ter o apoio da rede.
  4. Em centrais fotovoltaicas: Também conectados à rede, produzem uma grande quantidade de energia em um único ponto. O tamanho da usina varia de algumas dezenas de megawatts. Normalmente estão próximos a indústrias que exigem um consumo intenso de energia.
  5. Em bens de consumo: As células fotovoltaicas podem ainda ser aplicadas em diversos equipamentos elétricos, como relógio, calculadoras, mochilas, brinquedos, carregadores de bateria ou estacionamento para carregar carros elétricos. Outras aplicações incluem sistemas de irrigação, sinalização em rodovias, postes e telefones públicos.

Os módulos solares com célula de silício cristalino são normalmente azuis porque esta é a cor com a qual a célula apresenta a melhor eficiência na conversão de energia solar para elétrica. Antes de virarem células solares, as fatias superfinas de silício (chamadas de “wafers”) são na verdade cinza-fosco, a cor natural desse elemento. Em uma das últimas etapas de fabricação da célula solar, ela recebe uma camada antirreflexiva ultrafina (normalmente de nitrato de silício), que a deixa com o tom azul.

Se o seu sistema está conectado à rede, você irá consumir energia elétrica da rede. Aqueles que não estão conectados à rede possuem um conjunto de baterias que armazenam a energia para utilizar justamente nos períodos em que não há sol.

Sim. Os sistemas fotovoltaicos não precisam de um dia de céu limpo com muito sol para operar. Na verdade, mesmo em dias nublados eles produzem energia elétrica, porém numa intensidade menor do que em dias claros.

As usinas fotovoltaicas integradas às edificações urbanas e conectadas à rede oferecem diversas vantagens para o sistema elétrico de um país, muitas das quais relacionadas à redução de custos e que ainda não são consideradas ou quantificadas. Podemos citar:

  1. redução de perdas por transmissão e distribuição de energia, já que a eletricidade é consumida onde é produzida;
  2. redução de investimentos em linhas de transmissão e distribuição;
  3. baixo impacto ambiental;
  4. fornecimento de maiores quantidades de eletricidade nos momentos de maior demanda (ex.: o uso do ar condicionado é maior ao meio-dia no Brasil, quando há maior incidência solar e, consequentemente, maior geração elétrica solar);
  5. a não exigência de área física dedicada; e
  6. rápida instalação, devido a sua grande modularidade e curtos prazos de instalação, aumentando assim a geração elétrica necessária em determinado ponto ou edificação.

Hoje, a energia solar já é mais barata que a energia que utilizamos das concessionárias de energia. O Sol, o único que recurso que precisamos, é abundante e gratuito. Com o aumento das tarifas de energia elétrica ocorridas no final de 2014 e em 2015, a geração solar ficou ainda mais atrativa do ponto de vista financeiro. E com o contexto energético brasileiro, a tendência é que novos aumentos das tarifas aconteçam. Uma vez que você possui um sistema solar fotovoltaico, você está imune aos aumentos tarifários, pois você passa a gerar sua própria energia.

A matriz elétrica brasileira é altamente dependente da fonte hidroelétrica e o Brasil vive hoje uma das mais intensas estiagens já registradas. Grande parte dos reservatórios de nossas usinas hidrelétricas estão em níveis muito baixos. Além disso, o ritmo de construção de novas usinas vem caindo, devido ao esgotamento de grandes rios que suportem novos empreendimentos, aliado à questões ambientais. Isto, somado ao aumento do consumo elétrico esperado para os próximos anos, configura uma relação desproporcional entre oferta e demanda de energia elétrica no País. Dessa forma, a tendência é de imprevisibilidade no preço da energia elétrica nos próximos anos, com um provável aumento nas tarifas.

Hoje o payback de um sistema fotovoltaico varia entre 6-9 anos, de acordo com a região e com o local que o sistema será instalado. Com os aumentos esperados da tarifa energética nos próximos anos, a previsão é que o payback do investimento do sistema cairá ainda mais, podendo chegar a 4 ou 5 anos.

No racionamento ocorrido no Brasil em 2001 foi fixado um limite máximo de consumo elétrico para os clientes residenciais. Em um eventual novo racionamento, caso o consumo máximo residencial seja novamente estabelecido, os micro e mini geradores terão vantagem, pois gerarão sua própria energia. Vale lembrar que as regras sobre este ponto ainda não foram estabelecidas pelos órgãos competentes.

Diversas cidades brasileiras oferecem incentivos fiscais para micro e mini geradores fotovoltaicos como descontos no ITBI, ISS e até 20% de desconto no IPTU.

Nos Estados Unidos, onde este mercado já se encontra em um estágio mais maduro, é verificado uma valorização média de 8% nos imóveis que possuem sistemas fotovoltaicos (fonte: SunPower). A tendência é que no Brasil tenhamos o mesmo cenário, tendo em vista que uma casa com sistema de energia solar tem uma conta de luz muito abaixo de uma casa sem este tipo de sistema.

Uma das grandes vantagens de um sistema fotovoltaico é a baixíssima necessidade de manutenção. Grande parte dos equipamentos são projetados para durarem mais de 25 anos, sem nenhum tipo de intervenção. A única necessidade recorrente é a limpeza dos painéis, que acumulam sujeiras e detritos, que podem levar à diminuição da performance do sistema. Porém, para isso podemos contar com a chuva, que faz todo este duro trabalho para nós.

O sistema fotovoltaico é composto basicamente por 2 componentes: módulos fotovoltaicos e inversor. Os módulos são responsáveis por captar a luz do sol e transformá-la em energia elétrica. Já o inversor é o cérebro do sistema, responsável por compatibilizar a energia gerada pelos módulos com a energia que vem da concessionária de energia. É importante ressaltar que o sistema funciona de forma completamente automática. Ou seja, você não precisará se preocupar com absolutamente nada, pois a compatibilização da energia da rede com a energia produzida pelos painéis é 100% automatizada.

Uma vez que você entrou em contato com a SOLARIZA você passa a ter um consultor exclusivo que acompanhará seu projeto do início ao fim. Com a sua conta de luz em mãos, nossa equipe de engenharia começa a fazer o dimensionamento do seu pré-projeto. Através de softwares, inteligência remota e imagens de satélites fazemos um dimensionamento de forma remota e segura, sem nenhum custo para seu pré-projeto. Destacando que o pré-projeto trata-se de uma estimativa inicial sob o escopo da possível instalação de um sistema solar fotovoltaico para atender sua necessidade. O pré-projeto já estima o custo final para o cliente, sendo que este pode sofrer alterações quanto a este valor final, visto a necessidade da formatação do PROJETO propriamente dito.

Quando cliente deseja diretamente o PROJETO formal, este gera um pequeno custo, pois atua diretamente com “N” horas de trabalho de nossa equipe de engenharia. Caso o PROJETO venha a ser negociado, o custo do mesmo é diluído ao montante.

Toda a homologação, que é o processo de regularização do projeto junto à concessionária de energia local, é feita pela SOLARIZA, restando aos nossos clientes apenas desfrutar da redução em suas contas de luz.

Uma instalação da SOLARIZA leva em média 2 dias num cenário residencial / comercial de pequeno porte, 3 a 5 dias para médio porte, e entre 1 até 4 semanas para projetos de grande porte. Portanto não realizamos uma obra, mas sim um processo rápido e sem dores de cabeça. Seguimos os mais altos padrões de engenharia na instalação. Possuímos NR-10 e NR-35 (normas de segurança para trabalho em altura e eletricidade), além de termos técnicos altamente capacitados.

Toda a energia gerada pelo sistema fotovoltaico que não é consumida é automaticamente fornecida para a rede pública de eletricidade. Através do relógio bidirecional, a quantidade de energia injetada é medida e computada pela concessionária através de créditos. Estes vêm explícitos na conta de luz e podem ser consumidos em até 60 meses. Nosso sistema de monitoramento online permite que você verifique a quantidade de energia produzida, estando certo que o cálculo está sendo feito da forma correta. Outra facilidade é a possibilidade do consumo dos créditos em uma outra unidade consumidora, desde que a mesma esteja cadastrada na concessionária com o mesmo CPF ou CNPJ da unidade geradora. Por exemplo, se você tem uma casa de campo e produz mais energia que consome, é possível consumir os créditos gerados em sua casa na cidade, contanto que ambas estejam sob a área de atuação da mesma concessionária de energia.

Caso seu projeto seja feito de forma a produzir toda a energia elétrica que você necessita, a sua conta de luz será praticamente zero, restando apenas um valor mínimo referente à iluminação pública e à taxa de disponibilidade da rede, equivalente a aproximadamente R$ 60,00.
*Importante levar em consideração as tarifas mínimas para cada tipo de contrato de disponibilidade de sua concessionária, além da NÃO compensação do ICMS no estado do Paraná, que ainda é somente um projeto de lei. (Monofásico, bifásico e trifásico).

Sim, mas caso sua residência seja atendida por alguma concessionária de energia este tipo de projeto não é recomendável. Para se tornar independente da rede elétrica é necessário armazenar a energia gerada pelo sistema em baterias, para os momentos que o sol não fornecer energia (dias muito nublados e durante a noite). As baterias ainda são muito caras, o que torna este tipo de projeto economicamente inviável em situações onde há fornecimento de energia pela concessionária.

Não. Outro grande benefício do sistema fotovoltaico é a não emissão de ruídos. Diferente de um gerador tradicional, a luz do sol é convertida em energia elétrica por um processo que não gera barulho nem gases. Você não vai ter que mudar em nada sua rotina e o sistema funciona de forma totalmente automática, sem nenhuma necessidade de intervenção.

Homologação é o nome dado ao processo de regularização do projeto de geração fotovoltaica junto à distribuidora de energia local. Este consiste no envio do projeto de engenharia detalhado à concessionária, que analisa e aprova o projeto. Após a aprovação, geralmente é feita uma visita técnica no local pela equipe da concessionária. Após isso a instalação pode ser realizada. Uma vez instalado, a equipe da concessionária faz uma nova vistoria técnica autorizando a ligação do sistema. Todo esse trâmite é resolvido pela SOLARIZA, restando a você apenas usufruir da energia do sol.

Uma das principais vantagens de um sistema fotovoltaico é sua durabilidade. A SOLARIZA trabalha apenas com as melhores marcas do mercado e nossos painéis fotovoltaicos têm garantia de fabricação de 10 anos, e durabilidade comprovada de ao menos 25 anos.

A energia fotovoltaica é livre de geração de gases de efeito estufa, os principais responsáveis pelas mudanças climáticas. Diferente da geração termoelétrica ou nuclear, onde gases e resíduos são gerados, a energia solar é limpa. Outro ponto importante é a não necessidade de desmatamento ou alagamento de grandes áreas, fatores recorrentes em construções de grandes usinas hidroelétricas. Além disso, a energia do sol é renovável e inesgotável. Ou seja, com um Sistema SOLARIZA você passa a contribuir para a redução das mudanças climáticas e a segurança energética das futuras gerações.